Arquivo | novembro, 2009

Este dia vai ficar na história

30 nov

Ok…tenho que admitir…até que não foi tão ruim! Fora a parte de confiscarem as minhas 3 garrafinhas de água – eu bebo muita H2O…hehe – e ter sido obrigada a pagar R$ 3,00 em um copinho de água, eu gostei bastante do show!

Quem me conhece sabe que o último lugar onde eu iria seria um show de música sertaneja – ou de funk, ou de pagode, ou de axé…enfim…isso agora não vem ao caso – mas, como minha melhor amiga se tornou uma fã fanática por música sertaneja…mais especificamente pela dupla Victor e Leo…mais especificamente ainda pelo cantor Victor desta dupla…eu fui convocada para acompanhá-la à um show que eles fizeram no Credicar Hall no dia 22/11/09.

Claro, cntinuo não gostando da cultura sertaneja – em grande parte por causa dos maus tratos aos animais que as pessoas que gostam deste estilo de música apóiam direta ou indiretamente – mas tenho que admitir que o show foi bom e que algumas músicas  até são bonitas.

Eu até admiti que achei o Victor bonitinho (Elaine, não se anima muito não…o gel de cabelo ainda não desce, viu?!)…

III Seminário sobre direitos dos animais

29 nov

“TEORIA E PRÁTICA”

Data: 1º e 2 de dezembro de 2009
Horário: das 14h00 às 22h00
Local: Auditório da Casa de Cultura Japonesa
Endereço: Avenida Professor Lineu Prestes, 159 – Cidade Universitária – Butantã
ENTRADA FRANCA
Distribuição de certificados aos interessados
Informações e inscrições: lei@usp.br
Tels.: (11) 3091-2441/ 3091-3584
Realização: Laboratório de Estudos sobre a Intolerância (LEI) – USP

PROGRAMAÇÃO

1º de dezembro de 2009

14h00 às 16h00

Ecologia de estradas no Brasil
Giordano Ciocheti – graduado em ciências biológicas pela UFSCar, mestre em ecologia pela USP.

Aves silvestres e cativeiro
Soraya Lysenko – graduada em ciências sociais pela USP, diretora financeira da Associação Bichos da Mata.

Problemas de animais silvestres em cativeiro doméstico irregular e programa de reintrodução do Ibama/SP
Vincent Kurt Lo – graduado em ciências biológicas pela USP, analista ambiental do Ibama/SP.

16h00 às 17h30
Sem rodeios: aspectos históricos, sociológicos e jurídicos da prática Carlos Bedin Cipro – graduado em direito pela PUC/SP, advogado.

Ação judicial em defesa dos tubarões: uma luta pela vida e contra a crueldade
Cristiano Pacheco – graduado em direito pela ULBRA, diretor do IJA e advogado da Sea Shepherd Brasil.

17h30 -. Coffee break vegano

18h00 – Exibição do documentário Sharkwater, de Rob Stewart.

20h00 às 22h00

A grande imprensa e os animais
Silvana Andrade – jornalista, diretora editorial da ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais).

Um dia enjaulado no Zoo de Bauru
Dagomir Marquezi – graduado em jornalismo pela FAAP, jornalista e escritor.

2 de dezembro de 2009

14h00 às 16h00

O impulso da automação – Racionalismo e controle na relação entre os humanos e os outros animais no pós-guerra.
Frederico Santos Soares de Freitas – graduado em história pela USP, mestrando em história social pela USP.

O tanku, o pet e o ciborgue: uma perspectiva antropológica da relação humano-animal e dos direitos animais
Guilherme Antunes – graduado em ciências sociais pela Unesp, mestrando em antropologia social pela UFSCar.

A importância das ações estudantis na quebra do paradigma científico baseado no uso de animais Róber Bachinski – graduando em ciências biológicas pela UFRGS.

16h00 às 18h00
Direitos Animais: um novo paradigma na educação
Leon Denis Moreira Filho – graduado em filosofia e história, professor da rede pública de ensino.

Repensando as fronteiras entre o humano e o não-humano através da antropologia
Mayra Vergotti Ferrigno – graduada em ciências sociais pela Unicamp, mestranda em antropologia social pela Unicamp.

A superação do paradigma antropocêntrico no direito
Marcius Porto – graduado em direito pela Univap, juiz de direito do estado de São Paulo.

18h00Coffee break vegano.

19h00 às 21h00 Novos caminhos para a fundamentação legal da objeção de consciência à experimentação animal
Daniel Braga Lourenço – graduado em direito pela PUC/RJ, professor de direito da UFRRJ.

Direitos animais: desdobramentos das pregas morais
Sônia T. Felipe – doutora em teoria política e filosofia moral pela Universidade de Konstag (Alemanha), pós-doutora em bioética e ética animal pela Universidade de Lisboa.

Fonte: recebido via e-mail

Dança e sexo

29 nov

 

Pessoal, encontrei o texto abaixo por acaso na net e achei super interessante. Coloquei apenas uma parte dele mas, caso gostem e queiram ler na íntegra, o link para a página da autora está no final do post.

Espero que gostem… 

“Dois corpos suados… dele e dela, unidos numa cadência harmoniosa…
Ao redor… nada é visto ou sentido, se não eles…
Os sons…impulsionam os corpos, ora se afastam, ora se encontram…
E tudo começou com os olhares…
Que levou à aproximação de corações acelerados…
E ao desejo de entrega ao ritmo dos corpos…
E o depois?!
Depois..recupera-se o fôlego!”

Qual foi a imagem que veio a sua mente com essa pequena cena?

Se te fez pensar em sexo, muito bem.

Se te fez pensar em dança, muito bem também.

A associação da dança com sexo é absolutamente normal e, segundo cientistas, facilmente explicável. Todas as pessoas são visuais, auditivas e cinestéticas (tato), sendo um dos três canais sensoriais mais predominante que o outro em cada indivíduo, e com a dança são estimulados esses três sentidos, cada um dando a atenção exigida por seu canal dominante.

Mas o que isso tem a ver com sexo?

Muito simples! A música estimula o hipotálamo, região do cérebro responsável pelos impulsos sexuais e emoções em geral, e é por isso que também está confirmado cientificamente que a música tem influência sobre o corpo humano através das emoções, já que é registrada pela parte do cérebro ligada às emoções, contornando os centros cerebrais ligados a inteligência e razão, e nada tem a ver com você gostar ou não de um determinado tipo de música, os ritmos dela vão agir sobre você estando, claro, exposto a ela por um determinado período.

Podemos perceber essa influência quando assistimos a um filme ou jogamos um jogo de video-game, em que a música de fundo ajuda a ‘produzir’ a emoção desejada para a cena vista. Se a música destoar do que observamos, notamos que algo está faltando e gera contradições com o que vimos e sentimos, e quando a música casa perfeitamente com a cena, somos levados a sentirmos mais esta, e muitas vezes esta cena, a que mais nos emocionou, ficará gravada em nossa memória.

Claro está que nada disso significará que você sairá acasalando por ter escutado, visto ou sentido uma música ou dança sensual, afinal, somos seres racionais e temos controle sobre nossos instintos, ou deveríamos ter…Mas isso explica porque adoramos ver e ouvir determinadas danças e músicas e ficamos até excitados com elas.

Alguns cientistas afirmam que um casal (cinestético principalmente) que passou por uma sessão de dança sensual juntos certamente terminará a noite tendo relações sexuais satisfatórias. Claro que o(a) parceiro(a) e o ambiente ajudam, ou não, para este término. Para os solteiros, a dança pode ajudar abrir portas também, desde que a correlação dança/sexo seja feito pelo par unindo a atração entre ambos.

Portanto, é natural pegar-se excitado ao observar uma dança com uma música sensual, como também é natural achar que uma pessoa que dança bem seja sexualmente apetitosa. Então treine seus sentidos e aprecie mais essa arte, afinal, não são todos que conseguem dançar maravilhosamente, nos dois sentidos de dançar, mas a prática leva a perfeição, ou quase.

Fonte: Cantinho da Éris

Lua Nova estréia hojeeee!!!

20 nov

Nossa…demorou mas chegou! Não estava mais aguentando de tanta ansiedade!!! Parecia que o dia não chegava nunca…

Tudo bem que a fila estava IMENSA e a cópia legendada, que era a que eu queria assistir, não tinha chegado. Enfim…acabei assistindo ao dublado mesmo.

Saí do cinema um pouco frustada – calma, não foi exatamente por causa do filme, mas é que eu ODEIO filmes dublados, acabam com toda a magia e a emoção das cenas.

Mas, os efeitos especiais, principalmente na parte dos lobos e da luta final, são excelentes! Bom, acrescente a isso um adolescente que, de uma hora pra outra, virou um armário de tão grande. Pois é…o Jacob Black está muito mais bonito neste filme do que no anterior. Além dos gominhos no abdômen perfeito, o cabelo curto fez toda a diferença.

Confesso que eu era totalmente Team Edward mas, depois que eu li Lua Nova e, agora, depois de ter visto o filme, estou completamente dividida entre Team Edward e Team Jacob – que tal um novo time…Team Jacoward ou Team Edwarcob…

Ahhh… sei lá! Só sei que AMEI o filme e, com certeza, ainda vou assistir mais algumas vezes…talvez muitas vezes…hehe!!!

Off até dezembro

11 nov

Pessoal, estou em época de provas na facul, por isso o blog não está sendo atualizado!

Em dezembro vou retomar a publicação (tem muita coisa pra colocar…e com certeza ainda vou achar mais coisa interessante até dezembro).

Desculpem e até mês que vem =)

Bjusss,

Paloma